Raiva deixa autoridades em alerta na região

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A confirmação de um caso de raiva em cavalo no município de Cardoso Moreira e dois casos suspeitos em Campos e Macaé deixaram em alerta a Coordenadoria de Defesa Agropecuária de Campos. Em uma propriedade em Serra Negra, próximo a Ibitioca, em Campos, a suspeita é em bovino e, em Macaé, também em equino, segundo o coordenador regional da Defesa Agropecuária, Cláudio Vilela.

"Amanhã (hoje) estaremos levando o material dos animais para exame na Pesagro/Rio", disse Vilela, destacando que o resultado deverá ser divulgado em dois ou três dias. O de Cardoso Moreira foi confirmado no dia 22 de maio também por meio de exame no Rio.

Vilela disse que ano passado houve a confirmação de dois casos, em Campos e São Fidélis. Ele explicou que não há uma campanha específica de vacinação contra a raiva em equinos e bovinos, como ocorre com a aftosa.

Prevenção é a principal dica

Ainda segundo Vilela, o que ocorre em relação à raiva é apenas a orientação para que os animais sejam imunizados a partir dos 4 meses de vida.

"Uma segunda dose deverá ser aplicada 30 dias depois da primeira e, a partir daí, a imunização deve ocorrer uma vez por ano. A participação dos criadores de gado e cavalo é fundamental para o combate à doença", disse ele, destacando que cada dose custa, em média, R$ 0,70.

Transmitida pelas três espécies de morcego hematófago (que se alimenta de sangue) existentes no mundo, a raiva não tem cura. O animal com sintomas da doença para de beber água, de comer e se esconde em locais escuros. A morte geralmente ocorre dentro de dois ou três dias após o aparecimento dos sintomas.

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